Projeto de Robótica - Fund. I

Objetivo: montar os protótipos de avião, carrinho e helicóptero.

Data: 18 e 19 de outubro.

Projeto de Robótica
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Foto: Imprensa Jovem.

Atividades lúdicas marcam a Semana da Criança na EMEF Tamandaré

Alunos do Ensino Fundamental I tiveram uma semana repleta de atividades diferenciadas.

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Foto: Imprensa Jovem.

     Se normalmente já é pouco provável não associar a palavra brincadeira com a palavra criança, não é no mês em que elas são homenageadas que seria diferente! Sim, estamos falando do Dia das Crianças, comemorado no dia 12 de outubro... ou não. É que na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, diretoria Jaçanã-Tremembé (DRE JT) essa data foi um pouquinho estendida!

     Em comemoração a esta data tão especial, professores, funcionários e equipe gestora realizaram de 8 a 10 de outubro a Semana da Criança com várias atividades para os alunos do Ensino Fundamental I como cinema, oficinas de slime, de bilboquê e de jogo de Tangran, gincanas na quadra, pintura facial e várias brincadeiras. “Foram três dias intensos e muito produtivos. As crianças gostaram muito das atividades e interagiram nas oficinas, brinquedos, atividades esportivas e culturais. Foi uma das melhores festas que proporcionamos a eles”, falou Regina Ferreira do Nascimento, professora de Educação Física.

     Os projetos do Programa Mais Educação também deram sua contribuição. O projeto de Atletismo com a professora Ana Cláudia Costa do Nascimento realizou várias atividades esportivas, o projeto de Percussão Alternativa da professora Daniella Pires e de Flauta da professora Regiane Aparecida Silva Alves,  fizeram várias interações musicais. “Os alunos dos projetos ajudaram com as várias habilidades ao longo de toda semana, mostrando o protagonismo infanto-juvenil. Foi uma alegria do começo ao fim”, afirmou Maria Madalena Sercundes, professora de Informática.

O projeto Imprensa Jovem Rádio Calafrio também participou fazendo a cobertura jornalística e agitando os alunos nos recreios com concursos de piada e de calouro, baile brega, com danças e brincadeiras.

     “O brincar precisa estar presente no dia a dia das crianças. Elas precisam de um momento para elas, dedicados a elas, com a única preocupação de serem crianças. Assim como o direito à Educação, a criança tem o direito inalienável de ser criança”, enfatizou Marília Cássia Infante de Lucena, assistente de direção.

     A festa não parou por aí. Vários brinquedos infláveis como tobogã e pula-pula fizeram a alegria da garotada. “Foi uma semana com dois ingredientes especiais: muita dedicação e carinho!”, comentou Carmemdores Braga de Oliveira Agostinho, professora do quarto ano.

     Além de muita diversão, a Semana da Criança também é uma forma de promover a sociabilidade, a convivência, o lazer educativo e o respeito pelo outro. “Tive a oportunidade de voltar a ser criança com meus alunos!”, disse Rita de Cássia Guimarães, professora do terceiro ano.

     E claro que não poderíamos terminar esta matéria com um depoimento de uma criança sobre a Semana da Criança: “Foi muito legal os brinquedos infláveis do primeiro dia, principalmente o pula-pula e o escorregador! Também gostei muito da pintura facial com a professora Valéria da Sala de Leitura e do cinema com pipoca!”, disse Sarah Yoo Alves, aluna do segundo ano.

Foto: Imprensa Jovem.

Projeto de Informática dá os primeiros passos na robótica

    Após a oficina de robótica, os alunos do Projeto de Informática deram continuidade ao estudo através da montagem de objetos que poderiam ter algum tipo de motor e movimento.

 

     Na próxima aula, tentarão fazer com que os objetos criados se movimentem.

Projeto de Informática
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Foto: Imprensa Jovem.

Projeto de Informática participa de oficina de robótica

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     Os alunos (fundamental I) do Projeto de Informática - Gamificação e Robótica iniciaram o último módulo do conteúdo programático planejado para esse ano, a robótica. Após trabalharem com linguagem de programação, programação por blocos e jogos que estimulam o desenvolvimento da gamificação, os alunos deram os primeiros passos na robótica educacional.

    Logo nas primeiras aulas os alunos já conseguiram acender os sensores e a criar protótipos através do arduíno. A seguir, algumas fotos da oficina que participaram com a professora Alessandra da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar.

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Imprensa Jovem inicia a montagem do cenário do Slam 2018

   Veja como foi a montagem do cenário do terceiro Campeonato de Poesia Slam que ocorrerá em setembro e outubro na EMEF Almirante Tamandaré. 

   O cenário foi pensado na arte urbana, principalmente da periferia com elementos do Grafite e cartazes lambe lambe

Equipe Imprensa Jovem Rádio Calafrio
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Equipe Imprensa Jovem Rádio Calafrio
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Equipe Imprensa Jovem Rádio Calafrio
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Palco finalizado
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Palco finalizado
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Lateral finalizada
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Equipe Imprensa Jovem Rádio Calafrio
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Foto: Imprensa Jovem.

 Slam 2018 -  26/9 - 1ª fase

Orientação professora Carolina Cortinove

SLAM 2018
Cobertura e cenário Imprensa Jovem
Profª Carolina Cortinove
Jurados
Slam 2018
Apresentação dos 6º e 7º anos
Apresentação dos 6º e 7º anos
Apresentação dos 6º e 7º anos
Apresentação dos 6º e 7º anos
Jurados
Jurados
Apresentação dos 6º e 7º anos
Apresentação dos 6º e 7º anos
Apresentação dos 6º e 7º anos
Apresentação dos 6º e 7º anos
Neusa
Apresentação dos 6º e 7º anos
Apresentação dos 6º e 7º anos
Apresentação dos 6º e 7º anos
SLAM 1ª fase
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SLAM 1ª fase
SLAM 1ª fase
SLAM 1ª fase

Foto: Imprensa Jovem.

EMEF Eneas Carvalho e Tamandaré juntas no English Day

O evento contou com a interação entre as duas escolas da zona norte

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Imprensa Jovem conversando com integrante da peça teatral.

Foto: Imprensa Jovem.

     Sábado é dia de descansar... “Só que não”!  Alunos, professores, gestores e familiares compareceram ao Englisg Day, na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Eneas Carvalho de Aguiar, Diretoria Jaçanã-Tremembé (DRE JT), no bairro da Vila Sabrina, no dia 15 de setembro, provando que também pode ser bem divertido ir à escola aos sábados. “O Inglês é um instrumento muito importante para a vida dos jovens. Os alunos estão muito envolvidos e é fundamental a participação da comunidade. Isso faz o aluno gostar de vir para a escola, ele se sente motivado a participar de todas as atividades e isso reflete no pedagógico, ele acaba indo melhor em todas as matérias”, comentou Miriam Colla diretora da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar.

     Organizado pela professora de Inglês Silvana Gurgel da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar com apoio dos alunos, dos professores e da gestão, o evento contou com a participação da banda The Waves, de um DJ profissional, com uma exposição sobre Shakespeare, além de apresentações musicais dos alunos, apresentações de Hip Hop e uma peça de teatro. “O objetivo é mostrar aos alunos que o Inglês é fundamental para o futuro, para a profissão que irão escolher. Também é incentivá-los a estudar de outras formas”, explicou a professora Silvana Gurgel.

     A Imprensa Jovem Rádio Calafrio da Escola de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, Diretoria Jaçanã-Tremembé (DRE JT), no bairro da Vila Maria, foi convidada a cobrir o evento. “Foi emocionante participar como repórter! Gostei muito de conversar com os alunos e com os professores! E adorei o teatro!”, falou o repórter Eidryan Lopes da Imprensa Jovem.

    O evento começou por volta das 10h ao som do DJ Orpheu contagiando a todos e seguiu com as crianças do Ensino Fundamental I cantando em Inglês. Os alunos do Ensino Fundamental II deram continuidade com a peça Deu a louca em Romeu e Julieta. “Foi uma iniciativa que partiu dos alunos, foram eles que chegaram com a ideia. É uma releitura de um texto clássico, um “Romeu e Julieta” às avessas”, disse a professora Edilva Celina da Sílva, responsável pelos ensaios da peça teatral.

     E um evento sobre língua inglesa não poderia deixar de ter uma entrevista em Inglês! A professora Maria da Conceição em um bate papo bilíngue contou ao repórter Ricardo Altafini como foi participar desse projeto: “Foi um trabalho gostoso de desenvolver, principalmente com alunos do Fundamental I. O Inglês pra eles é uma novidade e eles descobriram que conseguem fazer tudo isso. Os professores daqui são muito parceiros, é um trabalho de equipe.”

Segundo uma pesquisa da British Council realizada em 2015 menos de 5% dos brasileiros conseguem se comunicar em inglês e  apenas 1% são considerados fluentes. “Resolvemos criar esse evento pensando em incentivar o estudo da língua inglesa pelos nossos alunos e nos preocupamos também em fazer uma atividade bem dinâmica, pensando numa interação que pudesse motivar a todos”, explicou Sandra Magalhães, coordenadora pedagógica da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar.

     Com tanto incentivo fica difícil não querer aprender Inglês. Que venham muitos outros English Day e podem contar com a Imprensa Jovem Rádio Calafrio! See you! Bye!

Depoimentos

Depoimentos

Depoimentos

Depoimentos

Participação da comunidade

Participação da comunidade

Apresentações

Apresentações

Apresentações

Apresentações

Apresentações

Apresentações

Apresentações

Apresentações

Apresentações

Apresentações

Apresentações

Apresentações

Entrevista com integrante da peça

Entrevista com integrante da peça

Atividades na sala de leitura

Atividades na sala de leitura

Especial Shakespeare

Especial Shakespeare

Sala de leitura com atividades

Sala de leitura com atividades

Entrevista com profª Edilva

Entrevista com profª Edilva

Entrevista com Sandra Magalhães

Entrevista com Sandra Magalhães

Coordenadora pedagógica da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar.

Entrevista com integrante da peça

Entrevista com integrante da peça

Sala expositiva

Sala expositiva

Sala expositiva

Sala expositiva

Sala expositiva

Sala expositiva

Imprensa Jovem do Tamandaré

Imprensa Jovem do Tamandaré

Sala expositiva

Sala expositiva

Banda The Waves

Banda The Waves

Imprensa Jovem com a banda The Waves

Imprensa Jovem com Miriam Colla, diretora da EMEF Eneas Carvalho de Aguiar.

Peça dos alunos "Deu a louca em Romeu e Julieta" - EMEF Eneas Carvalho de Aguiar.

Alunos do Tamandaré fazem apresentações no CEU Jaçanã

O evento contou com a participação dos jovens slammers da escola e com os alunos do Projeto de Violão

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Alunos da EMEF Almirante Tamandaré.

Foto: Imprensa Jovem.

     Os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé participaram no sábado, dia 15 de setembro, do Sarau no CEU Jaçanã.

     O encontro cultural teve apresentações do Projeto de Violão Popular sob orientação do professor Gregory Pina e dos jovens poetas que declamaram um extenso repertório de Poesia Slam (poesia autoral falada e performada de até 3 minutos) com orientação da professora Carolina Cortinove.

      A participação dos alunos (ou dos jovens slammers) serviu como uma preparação para a terceira edição do Campeonato de Poesia Slam organizado pela professora Carolina Cortinove da Sala de Leitura, que acontecerá com os alunos do Ensino Fundamental II em setembro e outubro na escola.

     Machismo, desigualdade social, homofobia, violência contra a mulher e racismo foram alguns dos temas abordados nas batalhas de poesia, que contou também com a participação do público presente, de familiares dos alunos e do grupo VOPO (Vozes Poéticas), coletivo cultural fundado na EMEF Paulo Carneiro em 2014. “Foi bom mostrar o que sentimos através da poesia e competir também com o pessoal do VOPO. Espero que tenha mais eventos como esse!”, comentou Guilherme Eduardo Lima, aluno do sexto ano da EMEF Almirante Tamandaré.

     Os alunos do Projeto Imprensa Jovem Rádio Calafrio também da EMEF Almirante Tamandaré marcaram presença fazendo a cobertura do evento e participando como jurados das batalhas.

     Para fechar o repertório cultural do sábado, a aluna Geovanna Deolino da Silva do oitavo ano cantou “Mudaram as estações” do cantor e compositor Renato Russo, acompanhada dos alunos do Projeto de Violão Popular. “Acho muito interessante esse tipo de evento. É sempre bom ver as ideias dos outros escritas em um poema e eu também nunca havia participado cantando. Foi uma experiência muito boa!”, disse Geovanna.

Tamandaré participa de lançamento de livro de poesias

Alunos do sexto ao nono conheceram em primeira mão mais uma aventura da indiazinha Guaracy

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     No dia 14 de setembro os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé participaram na Biblioteca Álvares de Azevedo no bairro da Vila Maria do lançamento do livro As novas aventuras de Guaracy.

     A participação dos alunos no lançamento da obra faz parte da programação especial sobre poesia voltada para a terceira edição do Campeonato de Poesia Slam, organizado pela professora Carolina Cortinove (Sala de Leitura) que deve ocorrer entre setembro e outubro na EMEF Almirante Tamandaré.

     Escrito pelo poeta Paulo D’Áuria e ilustrado por Pam Rabisco, o segundo romance da indiazinha Guaracy tem como objetivo valorizar a cultura brasileira, as tradições, o folclore, a cultura indígena e as nossas raízes. No primeiro livro - “Guaracy”, a indiazinha vivia em uma aldeia Tupinambá na cidade de São Paulo e os personagens do folclore que aparecem na história são baseados nas anotações de Luís Câmara Cascudo da obra Geografia dos mitos brasileiros.  “Tenho oito ou nove livros já publicados. A inspiração para escrever vem do dia a dia, das conversas na rua, de ler, assistir televisão, de ir nos saraus. Ás vezes estou ouvindo o poema de outra pessoa e uma palavra me faz escrever meu próprio poema”, comentou Paulo D’Áuria.

     Paulo é casado há 26 anos com Cissa Lourenço e ambos também fazem parte do grupo Poetas do Tietê. Uma das ações mais conhecida do coletivo é declamar poesias pelas ruas da cidade de São Paulo e nas faixas de pedestres, inclusive vem daí o nome Poesia na Faixa. O grupo também desenvolve outros projetos sociais. “Meu próximo projeto também é escrever um livro. A gente faz um projeto no presídio feminino e eu quero fazer um livro baseado nas impressões que as meninas de lá deixam em mim, quero fazer um livro para misturar crônica, poesia e pensamentos baseado no que eu vi e escuto. Quero mostrar para as pessoas que dentro do presídio também tem muito amor, que tem gente lá dentro e que precisamos prestar mais atenção nessas pessoas. A intenção é dar voz a essas pessoas que outros geralmente fingem que não existem”, falou Cissa Lourenço.

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Poetas do Tietê realizam oficina no Tamandaré

Alunos participam de atividades de poesia

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Paulo D'Áuria e Cissa Lourenço do coletivo Poetas do Tietê.

Foto: Imprensa Jovem.

     O mês de setembro continua recheado de atividades poéticas na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé! Após receberem os poetas do Slam da Norte, os alunos participaram no dia 11 de uma oficina de poesia com os Poetas do Tietê.

     “O que te provoca?”, que tal começar uma oficina com uma pergunta tão simples, mas ao mesmo tempo tão intrigante? Foi assim que os Poetas do Tietê, grupo formado em 2008, que trabalha com temas da cidade através da Poesia na Faixa, além de vídeos poemas postados no Youtube, começaram a interagir com os pequenos poetas do sexto ao nono ano. “Os poetas passavam de mesa em mesa na sala de leitura pra gente contar nossa história, algo que a gente viu na televisão e que nos deixou intrigados. Depois cada um de nós escreveu uma ou duas palavras sobre esse acontecimento e escolhemos uma para fazer um poema”, comentou Letícia Vieira Cordeiro do nono ano.

     A oficina foi organizada pela professora Carolina Cortinove da Sala de Leitura que também está organizando a terceira edição do Campeonato de Poesia Slam da escola. Sobre o papel da poesia na escola, Paulo D’Áuria, um dos coordenadores do grupo Poetas do Tietê disse: “Acredito que a Educação tem a função de ensinar, mas também tem principalmente a função de levar as pessoas a refletir, a questionar, a poesia leva a pessoa à reflexão, a cada um ter seu próprio julgamento”.

     Mas afinal, por que o nome “Poesia na Faixa”? Não fique admirado se no meio do trânsito caótico ao invés de buzinas você ouvir poesias! Isso porque todo mês os Poetas do Tietê declamam e distribuem gratuitamente poesia nas faixas de pedestres pelas ruas da cidade de São Paulo.  “A poesia não foi feita para ficar na prateleira, a poesia é pra gente se expressar, discutir e conversar. Achei a turma super dinâmica, todos entraram na proposta, todos se propuseram a escrever, participaram da conversa”, falou a poeta Ciça Lourenço do coletivo Poetas do Tietê.

Poetas do Tietê e Imprensa Jovem

Poetas do Tietê e Imprensa Jovem

Oficina com Poetas do Tietê

Oficina com Poetas do Tietê

ProfªCarolina com os Poetas do Tietê

ProfªCarolina com os Poetas do Tietê

Oficina com Poetas do Tietê

Oficina com Poetas do Tietê

Ciça do Poetas do Tietê

Ciça do Poetas do Tietê

Profª Carolina e os Poetas do Tietê

Profª Carolina e os Poetas do Tietê

Paulo e Ciça do Poetas do Tietê

Paulo e Ciça do Poetas do Tietê

Paulo do Poetas do Tietê

Paulo do Poetas do Tietê

Oficina com Poetas do Tietê

Oficina com Poetas do Tietê

Oficina com Poetas do Tietê

Oficina com Poetas do Tietê

Oficina com Poetas do Tietê

Oficina com Poetas do Tietê

Oficina com Poetas do Tietê

Oficina com Poetas do Tietê

Paulo e Ciça do Poetas do Tietê

Paulo e Ciça do Poetas do Tietê

Alunos do Tamandaré visitam mostra no SESC Bom Retiro

Alunos que desenvolvem e participam do TCA dos sétimos e oitavos anos foram visitar mostra sobre ilustradores internacionais premiados.

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Vinícius Lourenço Barbosa, arte-educador do SESC Bom Retiro.

Foto: Imprensa Jovem.

     Como incentivo e valorização aos trabalhos desenvolvidos pelos grupos do Trabalho do Ciclo Autoral (TCA) e dos cartazes produzidos para o campeonato de poesia Slam, que deve ocorrer em setembro, os alunos dos sétimos e oitavos anos da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé foram visitar nos dias 29 e 31 de agosto a mostra “A ilustração como Porta do Mundo – 50 anos da Mostra de Ilustradores da Feira Infantil e Juvenil de Bolonha” no SESC Bom Retiro.    

     A exposição faz um panorama muito bem representado por artistas internacionais premiados e outros cinco artistas brasileiros que são destaque na ilustração contemporânea: Odilon MoraesMarilda Castanha, Daniel Bueno, Fernando Vilela e Mariana Zanetti. São ilustrações de 50 anos da Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha, considerado o evento mais importante do setor nos segmentos infantil e juvenil, envolvendo vários profissionais como ilustradores, editores, autores e outros profissionais.

     As ilustrações são diversas, desde recursos do desenho, pintura até o design gráfico. E se engana quem pensa que a ilustração é apenas um complemento da história, relegado ao segundo plano. Algumas vezes a ilustração é a grande protagonista do livro, tomando mais destaque que o próprio texto. Nesses casos, cabe bem mencionar o filósofo Confúcio que dizia que “uma imagem vale mais que mil palavras”. Por outro lado, há também histórias em que ocorre a simbiose perfeita entre texto e ilustração.

     Além de visitarem a mostra, os alunos participaram com arte-educadores de atividades envolvendo jogos, criatividade, percepção e ilustração. “A importância dessa exposição é como o próprio nome dela diz que é a ilustração como porta pro mundo. As imagens, as ilustrações são como portas ou mesmo janelas para o mundo, a gente por meio delas consegue ir pra vários lugares e imaginar várias coisas”, comentou Vinícius Lourenço Barbosa, um dos arte-educadores que realizou dinâmicas com os alunos.

     A exposição também é uma chance para os adultos fazerem aquela viagem nostálgica no tempo, relembrando aventuras e histórias fantásticas da literatura infantil e juvenil.  Com a curadoria nacional de Dolores Prades e curadoria internacional de Paola Vassali, a mostra segue até 14 de outubro com entrada gratuita.

Exposição
Exposição
Exposição
Exposição
Exposição
Alunos na exposição
Alunos na exposição
Exposição
Exposição
Exposição
Exposição
Professora Regiane com alunas
alunos na mostra
Professora Regiane com alunas
Entrevista com Vinícius Lourenço
Entrevista com Vinícius Lourenço
Repórter Ricardo Altafini
Atividade com arte-educadora
Atividade com arte-educadora
Atividade com arte-educador
recepção
Atividade com arte-educador
recepção

Poetas do Slam da Norte se apresentam no Tamandaré

O grupo abriu a 3ª edição do Slam da EMEF Tamandaré esbanjando talento e simpatia.

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Poeta Ingrid Martins do Slam da Norte.

Foto: Imprensa Jovem.

     Lugar de mulher é... no palco! Na manhã do dia 22 de agosto os alunos do sexto ao nono ano da EMEF Almirante Tamandaré (DRE JT) participaram de um bate papo com as poetas e idealizadoras do Slam da Norte Viic Oliveira, Ingrid Martins e Yara Alves. Agitou também a platéia o poeta Igor Chico.

     Formado em 2016, o Slam da Norte é uma batalha de poesia falada que acontece toda terceira sexta-feira do mês, sempre em algum local da Zona Norte de São Paulo, a fim de disseminar o movimento slamer nessa região da cidade. O principal objetivo dessa poesia é divulgar e praticar a poesia autoral nas periferias, incentivando a produção literária.

     E como a poesia Slam é rima, voz e atitude é claro que o trio não ficou só na conversa com os alunos! Viic, Ingrid e Yara promoveram uma pequena batalha entre os alunos e declamaram algumas poesias com temas atuais como preconceitos racial, cultural e social, machismo, violência etc.

     O evento foi organizado pela professora Carolina Cortinove, responsável pela terceira edição do campeonato de Slam da escola. “A ideia foi incentivar e inspirar os estudantes a começarem o processo de escrita de seus próprios textos para que no final do mês de setembro, seja possível fazer o nosso slam”, explicou a professora Carolina.

Em entrevista ao repórter Ricardo Prates Altafini da Imprensa Jovem Rádio Calafrio, Ingrid Martins disse que há muito preconceito contra as mulheres - “as mulheres sofrem machismo em qualquer lugar, no Slam talvez seja um pouco menos, mas ainda assim ele acontece”.

     A poeta ainda deixou uma “lição de casa” para os alunos: “se você não escreve, passe a escrever, passe a ler, porque a leitura ajuda na escrita e compartilhe com alguém, sentimentos compartilhados fazem com que a gente fique mais forte”.

Slam da Norte
Slam da Norte
Ingrid Martins - Slam da Norte
Ingrid Martins - Slam da Norte
Ingrid Martins - Slam da Norte
entrevista com Ingrid Martins
entrevista com Ingrid Martins

Arraiá do Tamandaré viaja pela cultura dos imigrantes em São Paulo

O “II Arraiá’ da EMEF Almirante Tamandaré apresentou a história da imigração na cidade de São Paulo com muita música, comidas típicas e brincadeiras.

Parte do cenário do II Arraial.

Foto: Imprensa Jovem.

     O dia 23 de junho foi bem agitado e divertido na EMEF Almirante Tamandaré (DRE JT). O “II Arraiá” contou com muitos comes e bebes, além de muita música e dança. Era quentão, vinho quente, cachorro quente, milho, bolos, doces, churrasco, refrigerante, pastel e muitas brincadeiras. Bom demais, sô!!

     A festa contou também apresentações do Projeto de Percussão com a professora Daniella Pires e do Projeto Música e Movimento com a professora Carolina Cortinove. “Gostei muito de participar da dança da catira com a professora Carolina, porque é uma dança bem animada e a gente se movimenta bastante”, falou Maria Eduarda Silva Goes, aluna do quarto ano.

     “O Arraial da nossa escola trouxe como temática a “Imigração na cidade de São Paulo”, pois queríamos trazer e explorar nossas diferentes culturas, uma vez que os paulistanos receberam e continuam recebendo influências dos povos que aqui se instalaram, trazendo consigo, vivências, costumes e características peculiares. Somos uma mistura de italianos, portugueses, espanhóis e tantas outras nacionalidades que nos fazem esse povo rico em tradições!”, explicou Kelly Andressa Pereira Nieuwenhoff, assistente de direção.

     A Imprensa Jovem Rádio Calafrio esteve presente comandando o som e também foi responsável pela criação dos cenários baseados na imigração na cidade de São Paulo: cantina italiana, padaria portuguesa, ruas do bairro da Liberdade e cervejaria alemã. Completaram ainda os cenários do rancho da pamonha, falando da importância do milho na culinária boliviana e indígena e a tapiocaria explorando a influência africana e indígena.

     “Procuramos mostrar um pouco da influência desses povos e culturas no cotidiano dos paulistanos e que, muitas vezes, passa despercebido. São Paulo é uma capital completamente diferente das outras do Brasil, não temos muito bem definida uma cultura, porque somos de múltiplas culturas. Por isso mesmo podemos falar que São Paulo é uma capital cultural. Temos um pedacinho do Japão no bairro da Liberdade, um pouquinho do nordeste em alguma esquina com vendedores de tapioca, cantinas italianas, principalmente no bairro da Mooca, a festa alemã Maifest no bairro do Brooklin, fora os bares e cervejarias alemãs espalhadas pela cidade, compramos nosso pão na padaria portuguesa e por aí vai. O arraial desse ano explorou toda essa pluralidade cultural nas danças, nos cenários e nas músicas. Foi um trabalho em conjunto com várias disciplinas e envolveu todos professores da unidade e a própria gestão que, inclusive, propôs o tema”, explicou a professora Ludmilla Mignaco, responsável pelo Projeto Imprensa Jovem.

II Arraial da EMEF Tamandaré
II Arraial da EMEF Tamandaré

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Imprensa Jovem
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II Arraial do Tamandaré
II Arraial do Tamandaré

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Projetos de música do Tamandaré se apresentam no CEU JAÇANÃ

Alunos dos Projetos de Flauta, Violão e Percussão da EMEF Almirante Tamandaré abriram os trabalhos sobre o Plano Regional de Educação

Entrevista da repórter Letícia Cordeiro com Simone Aparecida Machado, Diretora Regional de Educação da DRE JT.

Foto: Imprensa Jovem.

     A manhã do dia 8 de junho ficou mais sonora no auditório do CEU Jaçanã (DRE JT), localizado na zona norte. Os alunos da EMEF Almirante Tamandaré (DRE JT) dos Projetos Mais Educação de Flauta, Violão e Percussão Alternativa subiram ao palco sob orientação dos professores Regiane Aparecida Silva Alves, Gregory Pina e Daniella Pires e fizeram a abertura dos trabalhos sobre o Plano Regional de Educação.

     Os pequenos músicos apresentaram a música “Peixinhos do Mar” de Milton Nascimento, “O Sol” da banda Jota Quest e “Minha canção” de Chico Buarque. “Foi uma experiência muito positiva e inovadora, pois não havia planejado uma apresentação integrada a outros projetos. Foi enriquecedora essa parceria entre os ciclos. Trabalhar com música contribui nas atividades lúdicas e desperta a concentração, o raciocínio e a criatividade do educando”, comentou a professora Regiane Aparecida Silva Alves, responsável pelo projeto de Flauta.

     Após as apresentações, houve a contextualização de como iniciou a elaboração do Plano Municipal de Educação até chegar na etapa regional e, em seguida, iniciaram os trabalhos nas salas a respeito das 12 metas com as propostas que as escolas enviaram. “Esse evento é muito importante, porque faz parte de uma etapa de discussão do Plano de Educação para a cidade de São Paulo. Isso significa que os professores, os alunos, as comunidades e os pais podem indicar, sugerir, propor ações. É importante a participação de todos para a construção de uma Pano de Educação que venha a atender os direitos das crianças, dos jovens e dos adultos”, explicou Simone Aparecida Machado, Diretora Regional de Educação da DRE JT. 

     O Plano Regional de Educação será construído com base no Plano Municipal de Educação que tem como objetivo traçar as diretrizes em todo o município de São Paulo. “Este plano não se refere somente as escolas que pertencem à Diretoria Regional de Educação Jaçanã-Tremembé. É um plano que compõem também com as escolas da rede estadual e federal, além de toda sociedade civil”, explicou Raquel da Costa Vieira.

Matemática e cultura maker no Tamandaré

Alunos aprendem na prática a construir sólidos geométricos estimulados pelo movimento maker.

Entrevista do repórter Eidryan Lopes com o professor Rubens Benvenuto.

Foto: Imprensa Jovem.

     Quem disse que para se ensinar Matemática basta giz e lousa precisa conhecer de perto as atividades desenvolvidas pelo professor Rubens Benvenuto com os alunos do sexto ano sobre sólidos geométricos, objetos tridimensionais definidos no espaço como cubos, prismas, cilindros e esferas.

     Ao criar uma possibilidade diferente de aprendizagem, o professor conseguiu engajar os alunos em um assunto que geralmente tende a se restringir ao livro e ao caderno.

     Utilizando conceitos da Ludopedagogia e da cultura maker, ele propôs aos alunos algumas aulas que envolvessem conceitos matemáticos e artísticos para estimular a atenção, a compreensão, o senso estético, a criatividade e o protagonismo.

     “O objetivo principal era que os alunos conhecessem os elementos através da montagem, aprender colocando a mão na massa, ideia principal da cultura maker. Para a efetivação dessa parte lúdica, os alunos tiveram que colocar em prática não só os conhecimentos das aulas expositivas como também a medição precisa com régua e muita atenção para a produção de cada aresta”, explicou o professor Rubens Benvenuto.

     Os trabalhos sobre os prismas é uma continuidade do trabalho com as pirâmides. Os alunos criaram os primas utilizando palitos de bambu. Eles criaram alguns esqueletos de cubos, paralelepípedos, prisma de base triangular, prisma de base quadrada e prisma de base pentagonal para mostrar a quantidade de vértice, arestas e faces de cada. “Iniciamos os sólidos geométricos, fizemos uma apresentação geral, usando o material disponibilizado pela escola, depois fizemos a apresentação dos poliedros e dos sólidos não poliedros. Como nosso foco maior são os poliedros, os alunos fizeram os esqueletos das pirâmides e também dos primas. A montagem dos esqueletos é exatamente para evidenciar a quantidade de vértices que as peças apresentam, a quantidade de arestas e a quantidade de faces. Em cada caso foi feito um estudo, a generalização baseada na regularidade que essas peças apresentam, da relação que existe entre o polígono da base da pirâmide e a quantidade de cada elemento: vértices, faces e arestas”.

     A cultura maker permite a desverticalização do currículo e estimula a aprendizagem através da curiosidade, do fazer e refazer, do compartilhamento de descobertas e desafios e, principalmente, faz com que o processo de ensino e aprendizagem seja mais significativo e dinâmico para o aluno.

EMEF Tamandaré viaja pela cultura boliviana através do Scratch

Projeto incentiva conhecer imigrantes bolivianos da comunidade e recontar suas histórias através da animação.

Alunos do Projeto de Informática com ênfase em Robótica e Gamificação criando a animação no Scratch.

Foto: Imprensa Jovem.

    Os alunos do Projeto de Informática com ênfase em Robótica e Gamificação da EMEF Almirante Tamandaré (DRE Jaçanã-Tremembé) desenvolveram uma atividade para trabalhar a cultura boliviana, muito presente no bairro da Vila Maria Alta onde está localizada a escola.

     O Projeto desenvolvido pela professora Ludmilla Mignaco conta com alunos do terceiro ao quinto ano e aplica conceitos de lógica de programação, tendo como base o movimento maker, a criatividade e o fazer e refazer.

     Na manhã do dia 5 de abril, os alunos assistiram o documentário “No Desistas” sobre a imigração de bolivianos para a cidade de São Paulo. A exibição contou com a presença da boliviana Norka Karina Rodriguez Fuentes, mãe de uma das alunas do Projeto, que conversou sobre sua terra natal. “Esse intercâmbio cultural com a comunidade boliviana local é importante para estreitar as relações e aprendermos um pouco mais sobre esse país. Em dez anos o número de imigrantes bolivianos aumentou mais de 150%, segundo o IBGE. Estima-se que mais de 350 mil bolivianos vivam aqui em São Paulo, principalmente na zona norte. E se hoje o currículo é voltado para a cidade de São Paulo, é impossível fechar os olhos para essa realidade e não trazer isso para a sala de aula, independente da disciplina, inclusive para (re)pensar a inserção educacional dos alunos bolivianos”, explicou a professora Ludmilla Mignaco, também professora orientadora de informática educativa (POIE).

    Nascida em Oruro, na Bolívia e há 12 anos no Brasil, Norka Karina R. Fuentes conversou com a Imprensa Jovem Rádio Calafrio da EMEF Almirante Tamandaré também. “Falamos três idiomas: quéchua, aimará e castelhano. Minha cidade mudou nos últimos anos, está mais moderna. Mas no campo ainda é comum as mulheres vestirem roupas coloridas e usarem um espelho no chapéu. Esse espelho mostra que a moça ainda não é senhora, ou seja, não é casada. Há muitos casamentos arranjados no campo, geralmente as meninas se casam aos 15 anos. Há lei que protege a criança e o adolescente, mas só começou realmente a funcionar com o presidente Evo Morales. O serviço público na Bolívia não é como aqui. Pagamos uma taxa para consultar um médico, para ser internada e a alimentação não é das melhores nos hospitais. Viemos para cá para trabalhar, para melhorar de vida e aqui é muito bom, mas sinto muito falta do meu país”.

    Em seguida, foi proposto um projeto para os alunos desenvolverem, ao longo do mês, uma animação no Scratch, linguagem de programação que permite criar histórias e jogos. O objetivo é difundir algum ponto interessante da cultura boliviana que lhes chamou atenção, trabalhando os conceitos de gamificação e robótica. Os alunos já produziram animações da cidade de Oruro, de danças folclóricas como a saya boliviana e também criaram pequenas narrativas, utilizando frases em castelhano. E isso é só começo, vem muita coisa boa por aí produzida pelos pequenos